O reverso da soberania: de 1947 aos “patriotas” de aluguel

A soberania, quando conveniente, é princípio sagrado. Quando inconveniente, é detalhe negociável. O Brasil de 2026 assiste, com estranha familiaridade, à repetição de um roteiro conhecido: os mesmos que, em 1947, justificaram a cassação do Partido Comunista em nome da nação, apelam hoje a uma potência estrangeira para interferir nos destinos do país. O reverso da soberania tem nome, endereço e partido.








