A morte das humanidades: como a universidade brasileira se tornou uma escola de obediência

A universidade brasileira deixou de ser um espaço de formação crítica para se tornar uma linha de produção de sujeitos obedientes. Sobo argumento da ‘empregabilidade’ e da ‘eficiência’, as humanidades foram esvaziadas, a reflexão foi substituída pela técnica, e o que restou foi uma geração adestrada para o mercado e suscetível aos discursos autoritários que hoje ameaçam a democracia.








