Da liberdade negativa à positiva: o 1º de Maio e a pauta inacabada da modernidade

Direitos trabalhistas são direitos humanos. Essa afirmação, reconhecida pela ONU e pela OIT, tem raízes na Revolução Francesa e foi selada com sangue em Chicago, em 1886. Mas, se a igualdade perante a lei não vier acompanhada de igualdade material, ela é uma farsa. Neste 1º de Maio, o desafio é garantir que a liberdade não seja apenas a ausência de coação, mas a capacidade real de viver com dignidade.









