A farsa de Trump na ONU: superinteligência e negacionismo climático

A mudança de nome da Inteligência Artificial para "superinteligência", anunciada por Trump na ONU, não é um mero capricho linguístico. É uma estratégia de poder: transformar a IA em um objeto de fé, intocável e inquestionável, para justificar seu controle por uma elite tecnocrática. Enquanto a China avança na corrida tecnológica, os EUA tentam impor uma narrativa de supremacia, desumanizando o debate e desviando a atenção dos problemas reais: quem controla a IA, como ela é regulada e a quem ela serve.









